sábado, 21 de abril de 2018

As histórias que contam a nossa história

Quantas histórias cabem nas nossas histórias?

Quantas histórias colecionamos que nos fazem ser maior que o Homem, e nos colocam no que é tão divino como o poder de amar, de rir, de vencer, tanto como os céu azuis, oc campos verdejantes e os lgos e mares se fim.
Tanto quanto os medos do pardo que o chão nos dá.

Todos nós temos os nossos paraísos.
Todos nó temos os nossos inferno.
Mas todos nós temos o nosso pergutário, onde nos é peritido expiar a nossa essência. Reconhecer quem somos e o que verdadeiramente nos faz estar aqui.

Cada um de nós com o seu caminho único, inigualável.
Cada um de nós que se cruza com milhoes e milhoes de outros seres.
Alguns de quem tanto sabemos, e na verdade de nenhum sabemos nada.

Precisamos de tudo e de nada para sermos nós. Para estarmos em nós.

Quanta histórias cabem nas nossas hstórias? E quantas dessas histórias são tão secreta dentro de nós? As históriaas que só nós sentimos, que só nós interpretamos, que só nós sabemos como as viver...

Estas histórias que revelam o fantástico de ser-se Humano. Tão singelo, que populam jardins com as sua diferentes histórias, nas cores que salpicam e diversificam.

E este jardim onde vivemos que é tão belo, tal como é.
Cada flor com a sua essência, com a sua cor, com o seu lugar e com as suas sinergias.
Todas em essência. Todas diferentes. E todaa em respeito pelo espaço de cada vizinha.

Admiram-se sem invejarem o espaço. Amam-e sem querer mudar o perfume. Convivem sem querer mudar o ritmo. Cada flor em pleno respeito.

Cada um de nós tem histórias dentro das suas histórias, que se recheiam, qual matriaska, em profunda vivência.
Histórias únicas. .
Muitas incontáveis, porque não cabem em palavras.
Muitas que se confortam em nós e se fundem com as células.

E todas as histórias que cabem em histórias, que cabem em histórias, que cabem em histórias, ...
Como todas as histórias podem ser belas, aos olhos de cada um dos seus ouvintes que as recebem em amor.

Viver as nossas histórias é tanto e é somente a nossa missão, a nossa identidade.
Todas diferentes, todas com o seu lugar.

Vive a tua história:
Coloca desafios, aventura e comédia na tua vida.
Coloca suspense, drama, mas também o doce e alegre romance!
Acima de tudo: coloca quem tu és: escreve-a na primeira pessoa!


Com amor,
Judite <3




segunda-feira, 5 de março de 2018

Ritmos Biológicos e o Melhor de Nós

Este artigo veio parar aos meus sentidos numa rede social:
"Estudo diz que acordar antes das 10h da manhã é equivalente a tortura" (http://www.pensarpositivo.pt/2016/06/21/estudo-diz-que-acordar-antes-das-10h-da-manha-e-equivalente-a-tortura/)

E eu digo: Cientificamente comprovado... Eu comprovo!

1. Ter o despertador a tocar às 7 da manhã é uma tortura, a essa hora até o dia está a dormir 😂😂😂
2. Como me posso deitar cedo se a minha hora mais criativa do dia, com melhor desenvolvimento do meu trabalho e das restantes coisas que amo fazer é das 23 às 3???
3. Por causa disso sinto muitas vezes a ressaca de não ter dormido as horas que precisava por ter de levantar cedo!

***

Este é um tema muito polémico quando dou formação de Gestão de Tempo em organizações, e acredito que pode ser também aqui na leitura destas linhas...

"Lei dos Ritmos Biológicos"
... e quando aqui chegamos a sala de formação, vira a feira.
Qual acordo e desacordo, qual desagrado e agrado pelas opções das entidades patronais... (uiiiii aqui entra o melhor de mim como formadora e gestora de grupos! tudo se resolve, e... o tabu já o deixou de o ser)

Na verdade uma das (acrescento até das mais importantes) formas de sermos mais eficiêntes e eficazes em tudo o que fazemos, de sermos mais criativos e inovadores, de darmos o melhor de nós é: Respeitar os Ritmos Biológicos.

Mas: como?

Tenho verificado nas minhas interações profissionais que existem muitos gestores e empresas a terem em atenção a este tema.

E é verdade que cada vez mais ouvimos falar de flexibilidade horária, trabalho comissionista e por objectivos, teletrabalho, além de todas as trocas de carreiras tradicionais pelo investimento no empreendedorismo de negócio.

Até que ponto estamos enquanto sociedade preparados para compreender o que isto implica, respeitar esta holisticidade laboral?
E como o fazemos quando os nossos clientes tem um horário rigido? Quando temos de ter reuniões (precisam mesmo de todas?!)?

Quando, quando, porque, porque...?

Existem formas, muitas, mas a questão é que enquanto seres sociais estamos a ver uma realidade nossa, e que nem é assim tão nossa.

Fomos aprendendo-a e estamos condicionados a ver outra forma, porque não a conhecemos...

Neste mundo em que vivemos, em contraste aos patrocionadores deste resgate da nossa liberdade enquanto os seres vivos que somos, também existem muitos opositores, no medo do melhor que a mudança nos pode trazer (e nem é preciso tão grandes mudanças, para vermos as gigantes diferenças).

Pessoalmente já fui "desrespeitada" por pessoas próximas de mim, por considerarem que por não estar num escritório, fechada das 9 às 18, estou permanentemente de férias ou de folga e que devo estar disponivel para cafés a qualquer hora (?!?!?!?), que tenho uma boa vida (aceito :) ) porque não faço nada / não trabalho (?????????????? o quê ??????????????)

Na verdade o segredo é encontrar o melhor equilibrio dentro do que podemos fazer para o nosso melhor enquadramento... para ganharmos umas coisas temos de renunciar a outras. É tudo uma questão de prioridades (outro tema polémico)

A questão que te deixo é:
E tu, como enquadras o teu ritmo biológico na tua vida e nos teus compromissos sociais e laborais?

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O amor é muito mais... amor!

Já faz algumas semanas desde as últimas linhas que vos escrevi neste blogue.

Apesar das palavras não preencherem esta página, o meu coração está em sintonia com todos o que dela tem bebido.

Os dias contam-se em aventuras daquilo que é este caminho de vida. Um caminho que tento percorrer em felicidade. E um caminho que tenho percorrer em amor.

Escrevo "tento" porque, como humana que sou, há sempre aqueles momentos em que se falha por um ou outro motivo. Mas até isso é felicidade!

Faz dias que numa contratação de um serviço, a assistente, que simpaticamente me atendeu, pediu a minha leitura atenta, aos dados que constavam no documento, pois, e agora cito as suas palavras "errar é humano e eu sou humana".
Parei e sorri e no conforto de mim mesma, retribui: "ainda bem que erras!".
De repente vi uns olhos esbugalhados centrados em mim, em confusão do meu tom naquele frase. Por isso continuei e expliquei-lhe como compreendo a aprendizagem, e como importante é o erro neste processo.
Senti nela um quebrar de uma tensão, que por trás da simpatia a enrijecia na postura. Foi como de um momento para o outro um outro mundo se abrisse naquele lugar.

Nós, humanos, às vezes queremos ser máquinas e receber um código que nos faz ser perfeitos. Perfeitos, sem erros, sem margem de usufruir da nossa essência e olhar para a paisagem à volta da nossa vida, contemplando cores, aromas, sabores...

E no meio deste código esquecemos a nossa natureza: de brotar a magia da vida. De usufruir respeitosamente do nosso planeta. De viver em sintonia com a nossa espécie. De respirar os acontecimentos em alegria e gratidão por estarmos aqui.
De vivermos o caminho, em vez de corrermos desenfreados para a meta!

E com isto tudo esquecemos ou desaprendemos o que é o amor e onde ele começa: em nós!

E assim como espalho como sementes ao vento que é bom errar, igualmente quero partilhar: ama! Ama sem medo!
Ama por amares invés de usar o amor como moeda de troca!
Ama por ti!
Ama-te a ti!

E quando todo este amor coexiste em ti e no teu mundo tudo ganha uma nova cor e uma leveza que te faz apreciar o teu caminho.
A meta do fim não é o que te vai concretizar em felicidade...
Ama os teus sonhos de agora!



Com amor,
Judite <3

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Celebra as (pequenas) conquistas da vida!

Há uma viagem que fazemos numa vida. 
A vida! 

Num percurso que pode ser avassalador pela sua rapidez ou pelo impacto que tem em nós, pelos encontros e desencontros ou pela ilusão que o tempo doí, ou desilusão que o tempo cura, pelo amor ou amores, pelas tristezas e alegrias.

Ora se esta vida é um vai e vem de dualidades, de vais ou ficas, de ganhas ou perdes, do tens ou não tens, do és ou não és. É também um infinito de alternativas.
Nesta dança em que os pares se competem. Podemos, todos nós, dançar também na escolha entre o ser espectador ou dançarino.

E o que escolhes tu? Qual a dança que mais te encanta?

Eu cá gosto da minha vida dançada num ritmo em que o corpo, a mente e o espírito se apaixonam pela música que dançam. 
E nesta dança, com batida de festa, entrego-me à celebração.

Podia dançar outra música, outro ritmo? 
Podia... mas dançar ao som da gratidão, da emoção de estar viva, da adrenalina de poder criar e recriar... esta dança encanta-me, porque é com ela que celebro a oportunidade de estar aqui.

De acordar para um novo dia,
De respirar fundo e sorrir,
Ou de emocionar e sentir a face salgada,
De ter novas oportunidades para fazer algo novo todos os dias,
De aprender coisas que até então ainda não sabia,
De contribuir partilhando o que sei com outro alguém,
De surpreender com a complexidade e com a simplicidade da vida,
De apaixonar e esmorecer a paixão por alguém,
De amar por amar,
De ter alegria por ter alegria,
De receber em troca o amor e alegria de outros,
Ou de não receber e perdoar,
De ser reconhecida pelo trabalho que faço,
Ou de não ser e ter de trabalhar mais e mais em busca das minhas conquistas,
De saber e de não saber algo,
De ter a casa cheia,
De ouvir o burburinho constante da rua,
Ou estar em só e ouvir o silêncio.
De poder celebrar todos os dias, apenas porque quero,
E porque quero posso!

Celebrar tudo o que nos rodeia é tomar consciência do que é tudo. 
É tomar consciência da vida, de nós próprios. 
É tomar consciência de quem somos e da dimensão do que podemos ser.
É saber quem deixámos de ser e quem ainda somos.

Celebrar tudo o que nos acontece é tomar consciência de quanto vale realmente a vida. 
Será o que vivemos com ela? Será o que compramos com ela?

Enquanto seres sociais passamos muito tempo a comprar vida. Comprar felicidade. Comprar celebração. Mas esta compra da vida "de viveiro" custa-nos o stress, a depressão, a ansiedade, a frustração. 
E dá-nos mais troco de tudo isto.

E os quintais em que podemos semear uma vida com pequenas vitórias foram esquecidos no tempo. Abandonados e sem cultivo.
Presos na nossa incerteza, nos nossos medos, nas nossas inseguranças, na prisão que criamos em nós próprios, quando deixamos de valorizar os pequenos detalhes que são verdadeiros milagres da vida.

O que vale teres a mesa farta para um banquete, se não tens com quem a partilhar?
O que vale teres educação, se não te permites partilhar?
O que vale poderes amar, se não permites agir com o coração?
O que vale teres paixão, se não tens coragem?
O que vale saberes dizer palavras bonitas, se as escondes ou nas usas?
O que vale teres todo o dinheiro no banco, se não tens tempo para o transformar?
O que vale poderes comprar, se não podes usar?

Tudo na vida pode valer o que vale. Ou nada valer.
E não, não tenha nada contra o dinheiro, venha ele. 
Nada contra a sociedade, sou encantada pela sua complexidade. 
Nada contra quem escolhe viver num conceito diferente do meu, viva a diversidade!

Mas porque esperar pelas coisas grandes, pelas contas cheias, pelas sociedades prósperas, pelos retratos das férias ou da família perfeitas, quando podemos celebrar todos os pequenos detalhes da vida?
Porquê fabricar conquistas, formatadas e parametrizadas. Quando podemos ver florir, ao seu ritmo, todos os dias e em cada dia, a felicidade única, inigualável, no "nosso quintal"?


Com amor,
Judite <3







quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Quando ensinar é aprender!


Encontrei na web alguns vídeos da Viviane Mozé sobre a educação e... ai... como eu subscrevo isto!


Tenho orgulho em ser "a professora que chega até aos analfabetos" como referencia o vídeo.

Mas para mim não existem analfabetos, apenas pessoas que sabem outras coisas diferentes das que eu sei.
Que vem um mundo com olhos diferentes dos meus.
Que querem coisas diferentes da que eu quero.
Pessoas que são tão importantes como qualquer um de nós, porque o somos.

O que mais gosto numa sala de formação é poder sentar-me ao lado dos meus formandos e conversar com eles, independente do que eles saibam e tenham para partilhar.

Muitas vezes dou a formação sentada, em círculo, exactamente para que exista essa partilha, e aprendo tantas coisas como as que ensino. Ai... e é tão bom!

E quando aprendemos com as pessoas, quando nos permitimos de nos deixar de embelezamentos, floreados e sabicidades, a nossa mensagem chega. Porque cada um se reconhece no reflexo da sua imagem no espelho e é tão fácil aprender e ser feliz quando nos sentimos "em casa". Na casa da nossa essência e do nosso coração!

E quando ouvimos as pessoas ouvimos mais sobre nós, ensinamos mais do que ambos precisamos aprender!

Ai... e que boas ligações se criam!

Na verdade as pessoas que me falam em código e códigozetos dão-me um nervoso miudinho.
Para quê complicar se podemos chegar e dizer tudo o que nos vai na alma e coração, em boa harmonia humana.

Incomoda-me os que se dizem "ensinadores", mas que para explicar como se abre uma janela para que uma casa tenha mais luz, falam de todos os pormenores técnicos do desenho à concepção da janela, mas aquilo que me interessa: abrir a janela, pouco ensinam, pouco dizem, às vezes com muitas palavras bonitas e nada de informação.
E esta janela que é só uma metáfora (uma história para explicar) retrata os muitos ensinadores desta vida.
Se são bons profissionais? Podem ser excelentes!
Se eu me identifico com eles?
Não chego a ter pretensão de estar 3 minutos a ouvir! O meu nervoso não me permite!
Apetece chegar lá dar uma palmada nas costas e dizer: "Desembucha home*!"

Eu sou assim... como se diz por aí: um pouco apressada? Pode-se dizer que sou irrequieta, porque respiro e aspiro pela vida. Por dar, por ensinar, mas acima de tudo por aprender o que de melhor encontro nela.

É esta uma das minhas verdades.
Mas também vivo outras verdades!

Eu vivo numa verdade que todos ganhamos com os textos escritos para se lerem e reverem.
Eu vivo numa verdade em que o que sei tem porta aberta para ir e voltar,
Eu vivo numa verdade de partilhar e ensinar o que sei, sem restrições, requisitos e hierarquias.
Faço-o de coração, e é no coração que sinto o retorno e o agradecimento de ter o privilégio de me sentar ao lado de todos os meus formandos e aprender com eles.

Gratidão!
Com amor,
Judite <3

Notas deste texto:
1. *home é uma maneira rápida e simples que se usa lá na minha terra para denominar o individuo à nossa frente, podíamos dizer que é nada mais que uma brejeirice, mas cada um que avalie à sua medida!
2. Oh senhores que fornecem salas de formação, tornem as salas mais cozy: filas de mesas e salas em U não dão jeito para estas rodas!

Vê mais video aqui:












terça-feira, 17 de outubro de 2017

O Poder da Alegria

Quem segue o meu trabalho sabe que falo muito em Poder da Alegria (nome que até baptiza um curso e algumas palestras) e em empoderamento através da alegria.

Mas porque é a alegria tão poderosa? Podem alguns questionar. 
Será marketing, num momento social em que se procura o empoderamento? 
Será porque "poder" é uma palavra forte, de domínio sobre a situação? 
Ou... ?

Bem, na verdade poderia ser tudo isto.
Mas o que de verdadeiro poder tem a alegria, é a vibração que emitimos quando a sentimos em plena entrega, quando a conseguimos viver de forma incondicional, sem os comuns sociais ignitores que a façam explodir do nada e na extinção da falta de manutenção da chama.


É aqui que entra a investigação e da prática do Desenvolvimento Pessoal e da Psicologia Positiva, mas melhor ainda, é aqui que se encontra a validação prática que move tantos milhares de pessoas todos os anos, em todo mundo, no Yoga do Riso

Muitas pessoas quando me ouvem dizer que sou Líder de Yoga do Riso e Risoterapeuta ficam na mistura da curiosidade e do afastamento da possibilidade do ridículo que é juntar um grupo de pessoas a rir, a brincar, dançar e voltar a ser criança, só porque sim.
Devolvem-me muitas vezes a expressão "eu já me rio muito, não preciso disso!".  

Eu aceito com um sorriso sincero na face. Com o mesmo sorriso que abro a porta do meu espaço para que as pessoas o possam vir praticar comigo. 
Cada um de nós tem o seu momento.

Mas será mesmo que o "...não preciso disso!" é tão real assim?

O que te faz rir?

Esta é a verdadeira questão! 
O motivo do riso pode não ser a alegria incondicional. E se assim o é, tenho a devolver, neste momento e nestas linhas: "é verdade! ris, produzes hormonas fantásticas para o teu organismo, desbloqueias o teu sistema físico e energético, mas não alimentas de forma positiva o teu espírito!"

Sabes quando ouves numa música alguém a cantar que atinge aquela nota que te deixa muito agradado enquanto ficas de "pelo em pé", arrepiado? Algo que parece de outra existência, de outro mundo de tão divinal?
Isso acontece porque a tua energia foi tocada, foi vibrada por aquele som. Uma vibração mais alta que a tua.

Mas tu não provocaste esse arrepio.
Ele veio de dentro.
Sentiste-o sem motivo.
Apenas sentiste enquanto ouvias descontraidamente uma música e foste surpreendido por aquele momento.

E aí entra a verdadeira essência desta prática: conexão corpo, mente, espírito sob uma energia de vibração alta. 
O riso que vem da alma e do coração. 
O riso que vem porque faz parte de mim. 
O riso que está lá, porque sim.

A alegria é poderosa porque podemos viver na forma dela, em busca da paz, no mundo, mas principalmente em nós. 
A alegria é poderosa porque a sua vibração tem uma energia de vibração muito alta.

E a alegria vai sendo mais ou menos esquecida e valorizada nos nossos quotidianos. 
E acumulam-se séculos de omissão desta emoção de uma estruturação tão básica que está presente em nós de forma honesta e descondicionada nos primeiros anos de vida, e quando assim acontece, nos últimos também.
O que vai faltando à maior parte de nós é vivê-la em cada dia com esse mesmo descondicionamento. 

E é esta a proposta que nos traz o Yoga do Riso, viver na vibração da Alegria, com a missão da Paz Mundial!

Estas são as minhas palavras, mas nem todas estas palavras são minhas na explicação. 
O senhor David Hawkins que dedicou a sua vida a mapear e a trazer ao mundo informação sobre as transformações causadas pela consciência do espírito, "emprestou" algumas.
(Existe muito a dizer sobre esta obra, mas que ficará para cada um explorar se lhe interessar o tema.)

E no seguimento deste trabalho resultaram extensões do estudo e imagens que explicam mil palavras. E eu deixo-vos com duas destas representações síntese!





Com amor,
Judite <3










quinta-feira, 13 de julho de 2017

O (des)apego em amor

Nem tudo o que é bom num tempo, o é para sempre.

Lido muitas vezes, na minha vida pessoal e profissional com a questão do desapego, ou muitas vezes no manter-se no apego.

Encontro muitas pessoas que se sentem infelizes com a vida que tem, com o emprego, com as relações e até o local onde moram, mas não deixam nada de tudo o que lhes faz menos felizes, para buscar a felicidade, apenas pelo medo da perda!

Também eu já vivi situações destas.
Já me mantive em lugares e em relações por muito mais tempo do que me poderia permitir. Sofrendo e deixando para "amanhã" ou "quando isto acontecer, então..", "vou só esperar que...", e adiando, adiando até que o automático teve de gerir tudo.
E é verdade que não atingindo ainda qualquer questão divina de me superar da humanidade, em alguns campos da minha vida ainda me ligo algumas coisas pelo abismático desconhecido.
O que tenho hoje melhor que ontem, é uma consciência deste processo, que me permite libertar muito mais cedo, e sem culpa, ou credo de uma responsabilidade que não é minha.

A verdade é que quando largamos a mão de algo que já não é para nós, e só aí, é que encontramos o que está à nossa espera. E não necessariamente uma troca de igual. A maior parte das vezes o que nos espera é o que sonhamos timidamente em segredo e a libertação do que nos prendia antes, leva-nos à abertura de novas e maiores perspetivas.

O ser humano, estimulado por acontecimentos e interações diferentes todos os dias, todos os dias muda. Como poderem querer estar satisfeitos e completos com o mesmo que tínhamos anos antes, se hoje somos completamente diferentes?

É normal sentirmos que algo já não o é, para nós ou para a nossa felicidade. Mas este é o nosso maior obstáculo: não aceitamos a nossa evolução com normalidade!


Com amor,
Judite <3