quarta-feira, 4 de maio de 2016

A aceitação da metamorfose

Encontrei este artigo que me transmite de uma forma muito sucinta a essência de como os que nos rodeiam encaram as nossas metamorfoses:


A perspetiva 20 vs 40 é notória, mas a verdade é que no meio deste caminho (os 30), já se vizualiza uma percepção muito mais dos 40...
Quando ainda temos uma longa vida pela frente, pelo menos na génese cronologica do ADN comum.
Quando temos uma sociedade mais aberta aos sonhos e à concretização pessoal. Ainda falta muito caminho a percorrer. 

Não falamos só de bem estar pessoal.
Falamos de um bem estar comum. Do nosso e dos que nos rodeiam e são inspirados por nós.
Quando habitamos num nós que não é o que quermos e temos a audácia de perseguir a nossa melhor versão, nem sempre somos bem recebidos.

Mas a persistência no nosso amor próprio e na substituição do julgamento pela audição do coração, faz toda uma diferença.

E o caminho do coração, a sua música e a sua emoção, faz para mim todo o sentido.
Ser o caminho que nos move, que nos leva em diração da nossa felicidade.
Do nosso conceito de felicidade.

Ninguém mais do que nós próprios podemos definir o que significa felicidade no nosso dicionário interno. E seremos mais felizes se mantivermos fieis ao valor que lhe damos.



Com amor,
Judite <3


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