terça-feira, 5 de abril de 2016

Quando as balanças tem mais de 2 pratos...

Às vezes temos tanto que decidir, tanto por optar. Mas não conseguimos pôr simplesmente a escolha numa balança de prós e contras, porque existe muitas classificações adicionais.

Diz-se que nas relações entre duas pessoas, nunca existem apenas essas duas pessoas, mas sim quatro. Eu pessoalmente considero que são 6.
Temos as duas pessoas na imagem de si próprias, as duas pessoas na imagem que tem do outro, as duas pessoas conforme são realmente.

Mas se é assim com dois intervenientes, na relação connosco próprios podemos cair na armadilha de termos muitos mais.
Podemos ser uma dúzia, duas, três... uma centena de vistas sobre nós. 

E porquê? Porque somos complicados!
Porque exageramos na trans empatia. Aquela que nos colocamos no lugar do outro para nos julgarmos a nós próprios. De nos imaginarmos a nós próprios. De nos elevarmos a nós próprios. A criar muitas imagens que não existem, interpretar sinais que não sabemos o que são.

Então como fazer com que tudo seja mais simples?
Atirar tudo ao ar, dizer uma palavra menos bonita e partir?
É uma opção... mas será que irá resultar sempre?

Afinal, somos capazes! Mas falta a coragem de sermos maiores que tempo, para fazer tudo.

Mas também não podemos desistir de tudo, com a pena de que podemos chegar ao último dia e não termos levado nada a um nível superior  nós próprios!



Com amor,
Judite <3

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