segunda-feira, 4 de abril de 2016

Podia ser um poema... ao belo 28

Ele vai serpenteando pela cidade.
Colina acima.
Colina abaixo.
Transporta no seu amarelo cintilante como o sol,
Almas que se apaixonam pela cidade.
Uns mais enamorados que outros.
Cabeças no ombro.
Olhares pela Janela.
Ali vai o eléctrico 28.
Umas vezes transborda,
Outras sossega no silêncio de uma outra alma introspetiva.
Traz história.
Traz novidades.
Traz aventuras e descobertas.
É cenário. É ator. É a peça que completa.
Não imagino esta Lisboa perfeita,
Sem o seu eléctrico 28.


Com amor,
Judite <3

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