segunda-feira, 28 de março de 2016

Viagem sobre o verbo querer

Eu quero,
Tu queres,
Ele quer...

O que nós queremos?
O que vós quereis?
O que eles querem?

No mundo do querer, há várias contradições e oposições.

O que eu quero, pode não ser o que tu queres, o que ele quer.
O que eu quero pode não ser o que nós queremos. Nem o que vós ou eles querem.

Eu quero e tu não queres. Mas se eu quero, o que posso fazer com isso?

A essência do verbo querer é dúbia na intenção.

Querer pode ser poder. Mas o poder pode ser impositor.

Se eu quero e eu posso. Eu posso fazer bem, mas posso fazer mal.

Se eu quero e consigo. Eu consigo porque fui persistente, mas posso conseguir por má conduta, ou por dádiva de outro que quer que eu consiga.

O querer pode ser poder. E havendo intenção (seja qual for), pode ser conseguido, se a energia for concentrada na obtenção.

Se a intenção é força para a concretização, podíamos resignar à intenção mais fácil. Seja qual for a sua qualidade maior.

Mas se querer é poder. Vamos querer fazer com que a intenção seja aplicada em prol de um bem melhor.
Se vamos colocar energia, que seja uma boa energia, a que proporcionará o bem do maior número de intervenientes. E acima de tudo, que não descuide do nosso bem.

Querer é poder. Mas tu, sabes o que queres e o que podes?
E esse querer e esse poder, qual o bem maior que dá ao mundo?


Com amor,
Judite <3

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